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" É feliz quem a Deus se entrega e orienta seus passos no Senhor! " (sal 1)

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Programa Palavra Viva

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13 de março de 2019

Que geração é está?




Pois veio João Batista, que não comia pão e nem bebia vinho, e vós dissestes: Ele está com um demônio! Veio o filho do homem, que come e beber vós dizeis: Ele é um comilão e beberrão. (Lucas 7,33-34)
A capacidade humana de criticar e ver problemas em tudo é muitas vezes maior que uma palavra de exortação. Todos nós temos situações, conflitos mal resolvidos dentro de si. Muitas vezes por estarem escondidos nos fazem parecer melhor que os outros. Passamos ver problema em tudo e em todos quando na realidade o problema somos nós mesmos.
É  isso que acontecia com os homens da época de Jesus. Uma geração dos que só vivia para reconhece problemas e defeitos.
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11 de março de 2019

Convite a conversão

“Que a palavra do perdão possa chegar a todos e a chamada para experimentar a misericórdia não deixe ninguém indiferente. O meu convite à conversão dirige-se, com insistência ainda maior, àquelas pessoas que estão longe da graça de Deus pela sua conduta de vida. Penso de modo particular nos homens e mulheres que pertencem a um grupo criminoso, seja ele qual for. Para vosso bem, peço-vos que mudeis de vida. Peço-vos isso em nome do Filho de Deus que, embora combatendo o pecado, nunca rejeitou qualquer pecador. Não caiais na terrível cilada de pensar que a vida depende do dinheiro e que, à vista dele, tudo.
O mesmo convite chegue também às pessoas fautoras ou cúmplices de corrupção. Esta praga putrefata da sociedade é um pecado grave que brada aos céus, porque mina as próprias bases da vida pessoal e social. A corrupção impede de olhar para o futuro com esperança, porque, com a sua prepotência e avidez, destrói os projetos dos fracos e esmaga os mais pobres. É um mal que se esconde nos gestos diários para se estender depois aos escândalos públicos. A corrupção é uma contumácia no pecado, que pretende substituir Deus com a ilusão do dinheiro como forma de poder. É uma obra das trevas, alimentada pela suspeita e a intriga. Corruptio optimi pessima: dizia, com razão, São Gregório Magno, querendo indicar que ninguém pode sentir-se imune desta tentação. Para erradicá-la da vida pessoal e social são necessárias prudência, vigilância, lealdade, transparência, juntamente com a coragem da denúncia. Se não se combate abertamente, mais cedo ou mais tarde torna-nos cúmplices e destrói-nos a vida.
Este é o momento favorável para mudar de vida! Este é o tempo de se deixar tocar o coração. Diante do mal cometido, mesmo crimes graves, é o momento de ouvir o pranto das pessoas inocentes espoliadas dos bens, da dignidade, dos afetos, da própria vida. Permanecer no caminho do mal é fonte apenas de ilusão e tristeza. A verdadeira vida é outra coisa. Deus não se cansa de estender a mão. Está sempre disposto a ouvir, e eu também estou, tal como os meus irmãos bispos e sacerdotes. Basta acolher o convite à conversão e submeter-se à justiça, enquanto a Igreja oferece a misericórdia.”
(da Bula de Proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia Misericordiae Vultus, Papa Francisco
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10 de março de 2019

Os dois caminhos

Cada pessoa traça um caminho original em sua vida. Entretanto, no fim da vida, existem apenas dois pontos de chegada.
O caminho que escolhemos pode ser sinuoso, em linha reta, pode ter retornos e desvios da rota, pode ser que andemos em círculo sem encontrar o rumo certo... mas é certo que um dia o caminho termina.
Santa Faustina teve a seguinte visão:
“Um dia, vi duas estradas: Uma estrada larga, atapetada de areia e flores, cheia de alegria e de música e de vários prazeres. As pessoas caminhavam por essa estrada dançando e divertindo-se – estavam chegando ao fim, sem se aperceberem disso. E, no final dessa estrada, havia um enorme precipício, ou seja, o abismo do Inferno. Essas almas caíam às cegas na voragem desse abismo; à medida que iam chegando, assim tombavam. E seu número era tão grande que não era possível contá-las.
E avistei uma outra estrada, ou antes uma vereda, porque era estreita e cheia de espinhos e de pedras, por onde as pessoas seguiam com lágrimas nos olhos e sofrendo dores diversas. Uns tropeçavam e caíam por cima dessas pedras, mas logo se levantavam e iam adiante. E no final da estrada havia um magnífico jardim, repleto de todos os tipos de felicidade e aí entravam todas essas almas. Já no primeiro momento, esqueciam de seus sofrimentos” (Diário de Santa Faustina, nº 153)
Feliz é aquele que não anda pelo caminho dos pecadores mas encontra a sua alegria no caminho de Deus! (cf. Salmo 1)
Deus está te chamando, mesmo que você esteja na estrada larga do mal, retorne imediatamente! Pois o Senhor protege a caminhada daqueles que o procuram sinceramente e recompensa com imensa Misericórdia!

Carina Nardelo Coelho

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9 de março de 2019

Sou uma pessoa ressentida?


 Ressentimento é o ato ou efeito de ressentir-se, é sentir de novo ou sentir de um modo novo.
   O ressentimento é a magoa que se guarda de uma ofensa ou de uma mal que se recebeu. Cada pessoa tem um ponto de ressentimento, um limite pessoal para que ele venha a surgir e quando vem, provoca dor e desconforto.
   Em Eclesiastico 13, 31 nos diz que: " O coração do homem modifica o rosto seja em bem, seja em mal ". Assim acontece com cada um de nós quando somos atingidos pela dor do ressentimento, transforma nosso semblante, tira a nossa alegria e isso tudo vem de dentro de nós. É como um veneno, se não dermos o remédio na hora certa, nos consome.
   Ele é alimentado pelos pensamentos negativos, ficamos lembrando, pensando sempre a mesma coisa. Grande causa de muitos suicídios são a causa de muitas mágoas acumuladas.
   Você anda lembrando muito de um aconhecimento e isso lhe faz sentir-se mal? Cuidado! O virus do ressentimento pode estar se intalando em você.
   A palavra de Deus nos ensina o antido contra este enorme veneno, efésios 4, 26-27: 
 " Mesmo em cólera, não pequeis. Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento. Não deis lugar ao demônio".
   A graça de Deus nos absorve e nos protege das artimanhas do inimigo, quando não deixemos nosso coração amargurar coma falta de perdão, que  como uma fruta, vai apodrecendo aos poucos se não é cortada do pé no tempo certo.
   Pessamos a Deus a graça de enxergar quando estamos deixando apodrecer nossos sentimentos e no devido tempo possamos cortar definivamente com o perdão, no tempo certo.

Andreia Pereira
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5 de março de 2019

Como receber a Graça de Deus?

A doutrina da Igreja nos ensina que a Graça está disponível à toda pessoa que tem fé, que busca a Deus de coração. Mas há algumas
condições para que a graça de Deus se manifeste na nossa vida. Precisamos nos atinar para isto: há condições para recebermos a graça de Deus.
A perícope de Lc 18, 35-43, nos mostra essas condições. O cego de Jericó era um homem de fé. Freqüentava o templo, porque havia uma imposição dos doutores da lei de que todo homem que morasse numa circunferência de 25km de Jerusalém era obrigado a estar nas festas do templo, senão esse homem era excluído da religião e impedido de entrar no templo. Ele era mendigo nas portas de Jericó, a 24Km de Jerusalém,  e usava a capa que todo indigente devia usar para receber um salário de Roma. E Jesus, que sempre nos olha, viu aquele cego.

Primeira condição para receber a Graça: que o homem reconheça as suas verdadeiras necessidades.
Jesus perguntou ao cego: que queres que eu te faça? Parece uma resposta óbvia, mas Jesus perguntou. E ele respondeu: que eu veja; mas ele podia ter falado de uma outra necessidade.  Primeiro: nós precisamos saber o que precisamos. Porque você pode dizer: eu estou precisando de trabalho; o meu casamento está sofrendo de inanição; a minha casa é uma Babel, ninguém se entende... Mas você sabe qual o fundamento dessa situação na sua vida? Você sabe se é um pecado que ocasionou isso? Você sabe se foi algo que você fez contra alguém, ou se é algo espiritual que está na sua vida?
Aquele cego enxergava mais que muita gente. Porque ao deixar de ser cego e abandonando a sua capa, ele perderia o auxílio que ganhava como indigente. Mas ele não teve medo de perder essa segurança e foi até Jesus pedir a cura.
Quantos que não querem deixar de estar doentes para não perder o auxílio do governo? Ou se escondem do governo para receber o auxílio mesmo já curados?
Quantos ficam se escondendo de Jesus porque sabem que se Ele curar, Ele vai mexer nas situações que estão erradas... Jesus disse que há muitos que não vêm a Ele porque estão nas trevas e não querem a luz.
Eu preciso reconhecer a minha necessidade: é uma cura, ou o reconhecimento de um pecado, um erro. E às vezes dói, porque Jesus vai mexer numa situação que a gente não queria que Ele mexesse. Ele coloca remédio na ferida e dói.

Segunda condição: que o homem creia em Jesus de todo coração e declare a sua fé com seus lábios.
O cego declarou sua fé sem vergonha e sem medo: - Jesus, filho de Davi! Muitas vezes para professar a fé arrisca-se a própria vida neste mundo cheio de ideologias contrárias.

Terceira condição: que o homem invoque o nome de Jesus e clame por Sua salvação. Jesus Cristo não foi um médium, não foi apenas um homem, ou uma luz, mas Ele é Deus feito homem. Não podemos nos omitir diante dos homens de proclamar que Jesus é Deus. E invocá-Lo pedindo a salvação.
Se você viver essas três condições vai haver manifestação de Deus em sua vida. 


Otávio Pereira
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2 de março de 2019

Desafios da fé





Tenho refletido e partilhado inúmeras vezes, ainda que pareça repetitivo aos que me conhecem, esta passagem do Evangelho: Mt 14, 22 – 32.
Logo que entrei na grande aventura do amor de Deus, fui presenteada com a palavra FÉ e, desde então, ela tem me acompanhado.
Acredito que a fé, em minha vida, é como o combustível em um carro. Sem ele o carro não anda. Lembro-me de uns bons anos atrás, que depois de uma longa fase de economia, comprei meu Fusca ano 81. Era uma relíquia, todo limpinho, manutenção em dia, e claro, o cuidado para não faltar gasolina. Mas um dia, por descuido, apesar de estar tudo bem, ele não andava, pois não tinha combustível.
Para nós cristãos, não é diferente. Posso ir à missa todo domingo, fazer esmolas na quaresma, rezar as mil ave-marias, mas se andar no “automático”, sem uma decisão bem firme de fé, capaz de superar minha razão e intelecto, Deus não poderá fazer muita coisa em mim.
Quando vierem os ventos contrários, quando parecer que estamos andando contra a maré, quando surgirem os grandes desafios, o que me sustentará é a experiência real que fiz com o Senhor. Muitos, na passagem de Mateus, se detêm no fato de Pedro ter afundado. Eu prefiro enxergar a fé que, apesar de muitos estarem na barca, somente Pedro teve e a coragem de andar nas águas, sem terra firme, porque fixou os olhos e o coração no Senhor.
Fico imaginando as vozes dos outros discípulos gritando, advertindo Pedro que não saísse da barca, porque a lógica humana é que ele afundaria nas águas. Mas Pedro ficou surdo naquele instante, e só ouviu a voz do Senhor que disse no versículo 29: “Vem”.
Em nossa vida acontece o mesmo. Dificuldades e desafios estão sempre presentes, a dor da traição, o desemprego, a dificuldade financeira, a doença inesperada, e muitas, muitas vozes que gritam em nosso redor: “Não há mais jeito, esse caso não tem solução, não há mais o que fazer.” E humanamente estas vozes estão certas. Há como que uma avalanche de todos os lados querendo abafar a nossa fé, nos tirar a esperança, porque em determinadas situações parece que não temos mais o que fazer, ficamos impotentes. Gosto de falar daquilo que experimento em minha vida. Esperar em Deus é muito desafiador, mas está na Palavra: “Há, todavia, uma coisa, amados, que não deveis esquecer: que para com o Senhor um dia é como mil anos e mil anos como um dia.” II Pd 3,8
Você acredita nesta palavra? Acredita queo impossível de sua vida pode tornar-se realidade? Que o Senhor pode ainda hoje transformar sua vida por maior dificuldade que você esteja passando?
“Para Deus nada é impossível.” Lc 1,37
Deus está esperando uma resposta sua. Não importa o que os outros digam, Deus se manifestará a partir de sua fé, e quanto mais acreditarmos, mais Ele poderá se manifestar. Deus não age num coração incrédulo. Se você mesmo não acredita no milagre, como Deus poderá intervir?
Acredite, sonhe, tome posse do milagre antes dele chegar. E então o Senhor cheio de alegria lhe dará a vitória.
Deus o abençoe!
Cláudia Hammes Dias



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